PALACIO DE QUELUZ Sala dos Embaixadores

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Sala dos Embaixadores

Sala dos Embaixadores

Inicialmente era designada por Barraca Rica, Sala das Colunas, das Serenatas, ou dos Serenins e Galeria, esta dependencia passou a ser conhecida, depois de 1794, como Sala das Talhas e Sala dos Embaixadores.
Pertence à segunda fase de construção deste Palácio (1760-1786, e foi concebida pelo Arqº Robillion e terá sido concluída em 1762. Colaboraram o entalhador Jacques Antoine Colin , e o ensamblador Jean François Cragnier. As pinturas do tecto e sanca são de Bruno José do vale e Francisco de Melo, que utilizaram motivos alegóricos e de "chinoiserie". A pintura do painel central, é uma réplica da original de Giovanni Berardi que se perdeu no incêndio de 1934. Nesta pintura a Familia Real disposta em trono de uma balaustrada, participa num serenim, ao qual presidem o Rei D.José e a Rainha D.Mariana Vitória. As infantas filhas de D.José, a futura Rainha D.maria I e suas irmãs, todas com partituras na mão, parecem cantar. Regendo o concerto, vê-se coroado de louros o Infante D.Pedro.
No tempo de D.Pedro III, aqui se realizaram frequentes concertos, em que cantavam e tocavam as próprias Infantas, acompanhadas pelos seus mestres de música - daí esta sala ter sido chamada de Sala das Serenatas ou dos Serenins.
Entre 1785 e 1790 sobre esta sala foi construido um piso - O Quarto Novo - que ficaria destruído depois do incendio de 1934.
Desde 1794, quando Queluz passa a ser a residência permanente da Familia Real, até 1807, ano da partida para o Brasil, esta sala é utilizada para audiências do corpo diplomatico e ministros estrangeiros, pelo que passa a chamar-se Sala dos Embaixadores.




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