PALACIO DE QUELUZ PANOTOUR GLOBAL


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O Palácio Nacional de Queluz é um palácio do século XVIII localizado na cidade de Queluz no concelho de Sintra, distrito de Lisboa. Um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, o palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e rei consorte de sua sobrinha, a rainha D. Maria I de Portugal. O partido estético é alheio ao classicismo racional do iluminismo representado por Pombal, especialmente depois da ação a seguir ao terramoto de 1755. A viragem do destino preferencial do palácio dá-se quando do casamento de D.Pedro III com D.Maria I, o palácio passa, forçosamente, a assumir funções de Estado e tem de se adaptar para o efeito, atendendo ao cerimonial de corte e à estadia da família real. Algumas das salas adoptam a actual designação após a transformação funcional, de entre as quais a Sala dos Embaixadores (antiga Sala Grande) e a Sala do Trono ( antiga Sala Oval) transformada em 1768-1770.

Mateus Vicente criou um eixo de recepção com a duplicação simetrica da fachada côncava entre o antigo Paço, e o novo Palácio. O palacio apesar de pequeno tem nas suas novas fachadas a qualidade métrica que lhe dá harmonia e monumentalidade. Os jardins superiores complementam a arquitectura das fachadas, pela qualidade geometrica de composição barroca de ambos, o Jardim Pênsil e Jardim de Malta.

Situado a 12km de Lisboa, no caminho para Sintra, o Palacio de Queluz deve-se a iniciativa de D.Pedro III (1717-1786) a quem a Quinta de Queluz pertencia, na sua qualidade de terceiro Senhor da Casa do Infantado, criada em 1654 por Alvará de D.João IV em favor dos filhos segundos dos Reis de Portugal. Esse patrimonio tinha incluido todos os bens confiscados aos simpatizantes de Castela após a Restauração.
Ao longo dos séculos os terrenos do lugar de Queluz haviam pertencido a vários proprietários, e no séculos XVI estão na posse de D.Margarida Corte Real, casada em 1581 com D. Cristivão de Moura (1538-1613), e que depois da morte deste, passou para o filho Manuel de Moura Corte Real (1592-1652) 1° conde de Lumiares e 2° Marquês de Castelo Rodrigo. Acusado de traição pela sua actuação durante o período da ocupação espanhola (1580-1640), já que fora, como seu pai, partidário dos Filipes, D.Manuel de Moura vê os seus bens confiscados em 1642.
Serviu como um discreto lugar de encarceramento para a rainha D. Maria I enquanto sua loucura continuou a piorar após a morte de D. Pedro em 1786. Após o incêndio que atingiu o Palácio da Ajuda em 1794, o Palácio de Queluz tornou-se a residência oficial do príncipe regente português, o futuro D. João VI, e de sua família. Permaneceu assim até a fuga da família real para o Brasil em 1807, devido à invasão francesa de Portugal.
A construção do Palácio iniciou-se em 1747, tendo como arquiteto Mateus Vicente de Oliveira. Apesar de ser muito menor, é chamado frequentemente de "o Versalhes português". A partir de 1826, o palácio lentamente deixou de ser o predileto pelos soberanos portugueses. Em 1908, tornou-se propriedade do Estado. Após um grave incêndio em 1934, o qual destruiu o seu interior, o Palácio foi extensivamente restaurado e, hoje, está aberto ao público como um ponto turístico.

Fases da Construção

Nucleo inicial do Palácio. Área do palacete dos marqueses de Castelo Rodrigo nos finais do século XVI. O que dele restava foi demolido em 1939, substituindo apenas a estrutura das caves abobadadas.
1° fase de construção (1747-1758) Arquitecto Mateus Vicente de Oliveira. Fase iniciada por D.Pedro (futuro D.Pedro III) na casa de campo de Queluz. Adaotação do antigo palácio dos marqueses de Castelo Rodrigo e construção da ala da Capela e ala das futuras salas do Trono e da Música. Data de 1751 a configuração da fachada principal e das fachadas viradas para o Pátio de Honra e para o Jardim Pênsil.
2° fase de construção (1760-1786) Arquitecto Jean-Pierre Robillion. Redecoração das Salas da Música e do Trono, sob a superintendência de Mateus Vicente de Oliveira. Robillion é responsavel pela construção e decoração de interiores da ala poente, Pavilhão Robillion, Fachada de Cerimónias e traçado dos jardins.
3° fase de construção (1786-1792) Arquitecto Manuel Caetano de Sousa. Construção do pavilhão de D.Maria, situado no local da antiga Casa da Ópera, demolida para o efeito, e actual residencia dos Chefes de Estado Estrangeiros em visita oficial.


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